Arrancou hoje formação dos comités comunitários de mudanças climáticas

De 5 a 9 de Setembro as câmaras distritais de Caué, Mé-Zóchi, Lembá, Cantagalo e Lobata acolhem a formação dos comités comunitários de mudanças climáticas no quadro do projeto “Reforço das Capacidades das Comunidades Rurais para a Adaptação aos efeitos das Mudanças Climáticas em São Tomé e Príncipe nos distritos de Caué, Mé-Zóchi, Lembá, Cantagalo, Lobata e Região Autónoma do Príncipe”.

O Diretor da Agricultura, Sólito da Cunha Lisboa, disse que a questão das mudanças climáticas tem sido muito debatida em todo o mundo e que São Tomé e Príncipe não foge à regra. “Sendo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural responsável pela produção agrícola a nível nacional está bastante preocupado com esta questão. E é assim que através do Projeto Mudanças Climáticas em parceria com o PNUD, nós pretendemos realizar esta formação para preparar as comunidades, os produtores, os agricultores em matérias e técnicas agrícolas que se possam adaptar a questão das mudanças climáticas.” O Diretor da Agricultura acrescentou ainda que pretendem formar cerca de 60 instrutores comunitários, que deverão estar muito bem preparados para uma eventualidade climática, de modo que não seja necessário que um técnico do Ministério.

O Chefe da Unidade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para o Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Laurent-Mascar Ngoma, disse que o PNUD no seu ciclo programático 2012-2016 e no seu novo ciclo 2016-2021 posicionou-se como parceiro de São Tomé e Príncipe na implementação da agenda transformativa do governo no sector ambiental e desenvolvimento sustentável. “Esta formação revê-se de grande importância pois permite que os novos formadores formados no CATAP possam exercitar os seus conhecimentos e capacidades de responder ao objeto do projeto. Permite-nos começar a dar resposta a um dos objetivos deste projeto, que é o de formar membros da plataforma comunitária, criando assim, uma maior consciência sobre as mudanças climáticas e os seus impactos ao nível local e ter ao nível comunitário uma pequena estrutura de adaptação às mudanças climáticas formada e apta a entender os impactos desses efeitos na respetiva comunidade no setores agrícola, pecuário e pesqueiro.”

O Presidente da Câmara Distrital de Lembá, André Varela Ramos, que presidiu a cerimónia disse que espera que no fim da formação todos saiam realmente com os objetivos preconizados e prometeu que a câmara fará o seguimento das açoes que os formandos farão nas suas comunidades. A cerimónia de abertura desta formação de 5 dias realizou-se na sede da Câmara Distrital de Lembá.

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Redação
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