República Democrática de Timor Leste

Designação Oficial: República Democrática de Timor-Leste

Capital: Díli

Outras cidades importantes: Lospalos, Baucau, Viqueque, Manatuto, Aileu, Same

Data da Independência: 28 de Novembro de 1975

Unidade monetária: Dólar norte-americano (USD). Para facilitar as trocas comerciais.

Lema: Honra, Pátria e Povo

Hino Nacional: Pátria

Língua: Português e Tétum

Gentílico: Timorense.

Timor-Leste é um dos países mais jovens do planeta Terra, e ocupa a parte oriental da ilha de Timor no extremo sudeste da Ásia, além do enclave de Oecussi-Ambeno, na costa norte da banda ocidental de Timor, da ilha de Ataúro, a norte, e do ilhéu de Jaco ao largo da ponta leste da ilha. As únicas fronteiras terrestres que o país tem ligam-no à Indonésia, a oeste da porção principal do território, e a leste, sul e oeste de Ocussi, mas tem também fronteira marítima com a Austrália, no Mar de Timor, a sul. Sua capital é Díli, situada na costa norte.

Conhecido como Timor Português, foi uma colônia portuguesa até 1975, altura em que foi invadido pela Indonésia. Permaneceu considerado oficialmente pelas Nações Unidas como território português por descolonizar até 1999. Foi, porém, considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de “Timor Timur”. Em agosto de 1989, cerca de 80% do povo timorense optou pela independência em referendo organizado pela Organização das Nações Unidas.

Geograficamente, o país enquadra-se no chamado sudeste asiático, enquanto do ponto de vista biológico aproxima-se mais das ilhas vizinhas da Melanésia, o que colocaria na Oceânia e por conseguinte, faria dele uma nação transcontinental.

Timor-Leste, geralmente tido como um dos países mais pobres do mundo (o mais pobre é Serra Leoa), enfrenta uma série de problemas na tentativa de reconstruir a sua economia em decorrência da devastação infligida sobre o país após a independência. Um decréscimo na ajuda internacional levou a uma contração do PIB durante o período de 2002 a 2004. Sob liderança internacional, muito do setor de agricultura timorense de razoável eficiência foi convertida de colheitas de subsistência para colheitas de renda, com o intuito de criar uma economia orientada para a exportação. Essa opção tem falhado devido aos baixos preços do mercado internacional nas culturas escolhidas para a exportação, como o café, que enfrenta uma baixa de 20 anos. Por causa dessa política e sentindo a falta de suas antigas colheitas de subsistência, Timor-leste começou 2005 com uma ausência crônica de alimentos. Cerca de 70 por cento da sua população passa fome e houve pelo menos 58 casos confirmados de morte por inanição.

Em paralelo a essa contracção do PIB, os preços ao consumidor cresceram em quatro a cinco por cento em 2003/04. Estima-se que 50 por cento da população está desempregada.

Esperanças de um futuro melhor estão depositadas no desenvolvimento da exploração de reservas de petróleo no oceano que já rende ao governo mais de 40 milhões de dólares anuais de renda e o sucesso na exportação de produtos da agricultura.

O líder da resistência timorense, José Alexandre Gusmão, mais conhecido como Xanana Gusmão, é também o maior nome da poesia do país. Em 1973, antes mesmo da Revolução dos Cravos, Xanana Gusmão já se destacava na literatura, chegando a receber o Prémio Revelação da Poesia Ultramarina. Contudo, foi a Guerra Civil Timorense, iniciada em 1975, que despertou em Gusmão a necessidade de expressar-se através da escrita. Entre 1977 e 1979, ele publicou dois livros: “Pátria e Revolução” (cujo título tornar-se-ia o lema da luta no país), e “Guerra, Temática Fundamental do Nosso Tempo”, no qual ensaia todas as características das chamadas Guerras Populares, descrevendo o papel de um líder carismático na condução de seu povo.

Xanana Gusmão também consolidou-se como um forte expoente da pintura timorense, tendo desenvolvido essa actividade principalmente enquanto esteve preso. As suas telas retratam essencialmente as paisagens de Timor, enfocando as suas tradições, o jeito simples do seu povo, a sua felicidade. A sua pintura mais conhecida é “Aldeia Típica de Timor”.

Outros escritores importantes de Timor são: Luís Cardoso, Fernando Sylvan, Jorge Lauten, Francisco Borja da Costa, Jorge Barros Duarte, João Aparício, Ponte Pedrinha – pseudónimo de Henrique Borges, Fitun Fuik e Afonso Busa Metan. Poemas, contos e crônicas de alguns desses autores encontram-se reunidos no livro “Timor Leste – Este País Quer Ser Livre”, organizado por Sílvio Sant’Anna, da Editora Martin Claret.

Página Oficial da Presidência da República: www.presidencia.tl

Portal do Governo: www.timor-leste.gov.tl

Fonte: Portal Lusoafrica

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